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Osteoporose
A Osteoporose é uma doença caracterizada por diminuição da massa óssea e aumento do risco de fraturas. Acomete principamente mulheres na pós-menopausa. A descoberta da doença ocorre em 75% das vezes após a primeira fratura, o que demonstra o atraso no seu diagnóstico. Na menopausa a diminuição da produção de hormônio feminino faz com que os ossos percam cálcio e se tornem mais porosos e fracos. Há vários fatores de risco para Osteoporose: raça branca, histórico familiar de osteoporose, vida sedentária, baixa ingestão de cálcio e/ou vitamina D, menopausa precoce (menos de 40 anos), fumo ou bebidas alcoólicas em excesso, pessoas magras, fratura espontânea prévia, doenças inflamatórias crônicas e uso de medicações como corticóide. Os portadores de Osteoporose têm maior número de fraturas, tanto por quedas como espontâneas. Os locais mais comumente atingidos são a coluna, o colo do fêmur, e o punho. Antes de ocorrer a fratura, a Osteoporose não determina sintomas, tendo uma evolução silenciosa. A fratura mais perigosa é a do colo do fêmur visto que determina aumento importante do número de mortes e ocasiona muita limitação funcional dos pacientes. O método mais difundido para o diagnóstico da Osteoporose é a Densitometria Óssea. Exames radiológicos são importantes para o diagnóstico das fraturas.
Prevenção
Faça uma alimentação saudável, incluindo alimentos ricos em cálcio.
Evite bebidas alcoólicas.
Exponha-se ao sol em horários adequados, de forma que sua pele fique exposta.
Idosos devem evitar: escadas sem corrimão, levantar-se rapidamente, tapetes soltos e outros fatores de risco para quedas.
Pratique exercícios de forma contínua. Os benefícios ósseos não são exclusividade dos exercícios de impacto (caminhada, corrida). A musculação também é uma boa alternativa.
Serviço de Medicina Ocupacional Academia de Ginástica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre
Elaboração: Prof. Michel Arias Brentano Profa. Rejane Marcon Dr. Odirlei Monticielo
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